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domingo, 13 de novembro de 2011

El portuñol brasileño del gaucho futurista antropofágico Tyrteu Rocha Vianna en 1928. Traducción al portuñol castellano por Adrian'dos Delima.


Tyrteu (1898 - 1963),
futurista-regionalista
do Rio Grande do Sul.
Único livro: Saco de Viagem,
publicado em 1928.    



















         

         Duendes


         O correntino 
         Parente golondrinal de Rosas
         Arrendador de caçadas banhadais de nutrias
         Pediu por Dios a desmanchada 
         Do negócio 
         Emagrecido medroso do assombro enxofrado do Boi Tatá 
         Estoiros e caveiras de fogo 
         O turco concorrente 
         Chegou petiçando no outro dia 
         Me contou quem era o fantasma 
         Me convidou
         Um trago de canha 
         Fechou o negocio 
         E inda emprestou o petiço para D. Rosas
         Se ir 



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  DUENDES


  El correntino
  Pariente andoriñal de Rosas 
  Arrendador de cacerías bañadales de nútrias
  Pedió por Diós la deshacida
  Del negocio
  Enflaquecido medroso del asombro azufrado del Boi Tatá
  Estallos y calaveras de fuego
  El turco concurrente
  Llegó petisando el otro día
  Me contó quien era el fantasma
  Me invitó 
  Um taco de caña
  Cerró el negocio
  Y encima prestó el petiso para D. Rosas 
  Se ir


Traducción Adrian'dos Delima

Notas:
*Andoriñal: neologismo, como el “golondrinal” del original.
*Boi Tatá o  Boitatá: proviene del tupí mboitatá (culebra de fuego) y designa el fuego fatuo, que los indios de Brasil creían que fueran fantasmas.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Tyrteu Rocha Vianna, poemas con traducción al español (castellano)

Tyrteu (1898 - 1963),
futurista-regionalista
do Rio Grande do Sul.
Único livro: Saco de Viagem,
publicado em 1928.




Mau hábito

Em que lugar que mora a Mãe d'Água mamãe
É lá na fonte da vovó
Como é que ela é
É uma mulher bonita de cabelo verde
Corpo de peixe vestida de estrelas rabuda
Por que é que eu não vejo ela
É porque ela não se mostra aos meninos
Que tiram ranho do nariz com os dedos
E durante todo o tempo em que
Eu podia crer na vida da Mãe d'Água
O meu nariz foi o único culpado
Dela não ter me aparecido



Em "Vontade de versos futuristas", primeira parte de "Saco de Viagem", 1928

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Mal hábito

En qué lugar que vive la Madre del Agua mamá
Es allá en la fuente de la abuelita
Cómo es que ella es
Es una mujer guapa con pelo verde
Cuerpo de pez vestida de estrellas coluda
Por qué es que yo no veo ella
Es porque ella no se mostra a los chicos
Que sacan moco de la nariz con los dedos
Y durante todo el tiempo que
Yo podría creer en la vida de la Madre del Agua
La nariz mía ha sido la única culpable
De ella no me haber aparecido

Traducción Adrian'dos Delima


* Madre del Agua, en portugués Mãe d'Água (también conocida como Iara o Uira) es un personaje mitológico del folclore de Brasil, tiene características de Sirena, y puede provenir de personaje de la mitología tupi-guaraní, del tupi 'y-îara (señora de las aguas).





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Mens Sana

Viva el S C 7 de Septiembre
Viva viveeel
A el S C Asisense
Hip hip hurra
Primer tiempo
0 a 0
Segundo tiempo piii-piii penalti
1 a 1
Los dos clubes fraternizeros
Pagan a media
Nocturnos gastos
Baile cervezado té forofal
Vinodeportizado
Y luz hasta las dos

Traducción Adrian'dos Delima]





Página original de Saco de Viagem, domínio público.